Quem matou o Azambuja?
Quinta-feira, 26/11/20092012?
Quarta-feira, 25/11/2009O presidente Barack Obama apresentará na conferência de Copenhague sobre o clima a meta de redução de 17% das emissões de gases de efeito estufa nos Estados Unidos em 2020. A meta se amplia para 30% em 2025 e 42% em 2030.
Enquanto isto, olho pela janela do meu quarto e vejo tempestades que não me lembro de ter visto, e com uma razoável frequência. Se alguns cientistas ainda relutam em atribuir as consequências do mau tempo à emissão de gases do efeito estufa, a natureza está lhes mostrando esta correlação, e de maneira rápida.
A conscientização sobre a preservação da natureza é condição sine qua non para nossa sobrevivência. Um planeta mais aquecido que o normal traria catástrofes inimagináveis. Se estamos acostumados a viver com o errado, a natureza não. E ela sente a mais sutil mudança.
Ficamos sempre preocupados com fenômenos apocalípticos, como meteoros, doenças, entre outras e nos esquecemos que somos nós que estamos nos encarregando de acabar com a Terra.
O Apocalipse da vez é o baseado no filme 2012, que retrata o fim (ou a brusca mudança) da Terra no ano de 2012, baseando-se na data final do Calendário de Contagem Longa Mesoamericano, que possui ciclos de 5.125 anos e encerra-se no dia 21 ou 23 de dezembro de 2012.
Do jeito que a coisa anda acabaremos com o mundo antes desta data…
Nas mãos de Lula
Quarta-feira, 18/11/2009E a decisão sobre Battisti ficou o seguinte: o STF autorizou a extradição, mas cabe à Lula a palavra final sobre extraditar ou não.
Trocando em miúdos: Lula decide se extradita Battisti ou não…
Ao presidente Lula, a quase um mês do natal, ao invés de peru veio um abacaxi… E dos grandes…
Boa sorte Sr. presidente…
Julgamento de Battisti
Quarta-feira, 18/11/2009Tá rolando agora o Julgamento de Battisti.
Gilmar Mendes pode desempatar o jogo.
Veja aqui, ao vivo, o julgamento.
Fica Battisti
Segunda-feira, 16/11/2009E vale de tudo para fazer Battisti ficar no Brasil. Depois do pedido para que o ministro Gilmar Mendes não votasse, a defesa de Battisti pede agora para que o ministro Carlos Ayres Britto modifique seu voto, no sentido de favorecer Battisti.
Do jeito que está, 4X4 nos votos, a tese de Battisti prevalece, pois em caso de empate prevalece a defesa.
Cabe a Mendes decidir se dá o voto de minerva ou não. Mas lembramos, se Ayres Britto modificar seu voto, Inês já estará morta, Batttisti fica!
Ainda bem que pelo menos o recém-chegado, ministro Toffoli, indicado recentemente por Lula e advogado do PT antes de virar juiz da Corte Suprema, se declarou impossibilitado de julgar.
Por incrível que pareça, até Lobby tem limite, mas só às vezes…
Boa Brasil!
Sexta-Feira, 13/11/2009O Brasil levará para a convenção do clima das Nações Unidas em Copenhague, na Dinamarca, o compromisso “voluntário” de reduzir as emissões de gás carbônico em até 38,9% até 2020.
É uma meta ousada e que poderá influenciar outros países. O Brasil, em matéria ambiental, ocupa lugar de liderança mundial.
Muito ainda há de se fazer para atingir as metas. Entretanto, nossa Constituição e nossas Leis ajudam na proteção ambiental, basta apenas aplicação pelos órgãos governamentais e pela Justiça.
Os efeitos da mudança climática já estão sendo sentidos por todos no mundo inteiro. É necessário passar da teoria à prática para reverter este quadro. Caso contrário o “sertão vai virar mar…”.
Apagão
Quarta-feira, 11/11/2009
O apagão de ontem surpreendeu, assustou e trouxe inúmeros prejuízos a muitas pessoas. Só quando ocorre uma situação desta nos damos conta do quanto somos dependentes da energia… Sem ela o mundo para!
Ocorre que muitos tiveram prejuízos com o apagão de ontem. E aí? Ficamos no prejuízo?
Nada disso. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, a responsabilidade da Distribuidora de Energia independe de culpa, ou seja, provocou dano por causa da interrupção da energia, paga.
A página da Globo.com traz ilustrativo roteiro para quem pretender ver ressarcidos os prejuízos. Clique aqui para conferir.
Incoerência acadêmica
Terça-feira, 10/11/2009Minha a avó sempre dizia: “Quem não pode com a mandinga, não carrega patuá”.
Pois é. A decisão da Uniban em expulsar a aluna Geisy Arruda, pelos seus próprios fundamentos (ou à ausência deles) não teria vida longa.
O Conselho Acadêmico, juntamente com a Alta Direção da faculdade, se mostraram inabilitados à promoção da educação no Brasil.
Foi o cúmulo da incoerência decidir algo em um dia e revogar a decisão no dia seguinte. Espera-se o mínimo de reflexão de uma Direção Acadêmica em decisões desta magnitude.
Era realmente de se estranhar a pretensa eficácia do Conselho Acadêmico em apurar e julgar o caso em tão pouco tempo. A eficiência se transformou em incompetência e a rapidez em preciptação, tornando lamentável o desenrolar dos fatos.
Vai a nossa solidariedade às verdadeiras vítimas deste episódio: os alunos não envolvidos nesta baderna que, muitas vezes, com dificuldade, pagam um curso universitário para buscar um futuro melhor.
Que estes tenham a serenidade de perceber que a culpa não foi da aluna da microsaia, mas do Conselho Direitor da faculdade e dos baderneiros que iniciaram toda esta confusão por nada.
A volta da intolerância
Segunda-feira, 09/11/2009Não bastasse a intolerância sofrida pelos próprios colegas, a aluna Geisy Arruda, hostilizada por usar um microvestido rosa, foi expulsa da universidade em que estudava, a Uniban.
Realmente não consigo conceber a gravidade da punição para o ato apresentado. Mesmo não conhecendo a fundo as razões, acredito que não há justificativa plausível à punição dada à aluna.
A decisão, em minha opinião, está pautada de incoerência e irrazoabilidade. Uma vez adotado um critério, este deverá ser sempre usado, sob pena injustiça. Então pergunto: será que apenas ela usava vestidos deste tipo? atitude igual será tomada em relação as outras alunas?
Além da desproporcionalidade da punição, deve-se lembrar que a supressão de uma pessoa do seio do ensino é medida excepcional e deve ser adotada em casos extremos.
Diante das circunstâncias, acredito que seria oportuna a ingerência do Judiciário no caso, garantindo o retorno da aluna à faculdade. A Uniban, nesta decisão, atesta não cumpre com os primórdios básicos da educação e mostra sua péssima qualificação como universidade.
Ao expulsar a aluna, o corpo diretor somente ratificou a manifestação selvagem dos alunos. Diante de condutas como esta, que tipo de profissionais poderão sair desta instituição?

Escrito por cabecinha
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