Apagão

Quarta-feira, 11/11/2009

O apagão de ontem surpreendeu, assustou e trouxe inúmeros prejuízos a muitas pessoas. Só quando ocorre uma situação desta nos damos conta do quanto somos dependentes da energia… Sem ela o mundo para!

Ocorre que muitos tiveram prejuízos com o apagão de ontem. E aí? Ficamos no prejuízo?

Nada disso. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, a responsabilidade da Distribuidora de Energia independe de culpa, ou seja, provocou dano por causa da interrupção da energia, paga.

A página da Globo.com traz ilustrativo roteiro para quem pretender ver ressarcidos os prejuízos. Clique aqui para conferir.


Incoerência acadêmica

Terça-feira, 10/11/2009

Minha a avó sempre dizia: “Quem não pode com a mandinga, não carrega patuá”.

Pois é. A decisão da Uniban em expulsar a aluna Geisy Arruda, pelos seus próprios fundamentos (ou à ausência deles) não teria vida longa.

O Conselho Acadêmico, juntamente com a Alta Direção da faculdade, se mostraram inabilitados à promoção da educação no Brasil.

Foi o cúmulo da incoerência decidir algo em um dia e revogar a decisão no dia seguinte. Espera-se o mínimo de reflexão de uma Direção Acadêmica em decisões desta magnitude.

Era realmente de se estranhar a pretensa eficácia do Conselho Acadêmico em apurar e julgar o caso em tão pouco tempo. A eficiência se transformou em incompetência e a rapidez em preciptação, tornando lamentável o desenrolar dos fatos.

Vai a nossa solidariedade às verdadeiras vítimas deste episódio: os alunos não envolvidos nesta baderna que, muitas vezes, com dificuldade, pagam um curso universitário para buscar um futuro melhor.

Que estes tenham a serenidade de perceber que a culpa não foi da aluna da microsaia, mas do Conselho Direitor da faculdade e dos baderneiros que iniciaram toda esta confusão por nada.


A volta da intolerância

Segunda-feira, 09/11/2009

Não bastasse a intolerância sofrida pelos próprios colegas, a aluna Geisy Arruda, hostilizada por usar um microvestido rosa, foi expulsa da universidade em que estudava, a Uniban.

Realmente não consigo conceber a gravidade da punição para o ato apresentado. Mesmo não conhecendo a fundo as razões, acredito que não há justificativa plausível à punição dada à aluna.

A decisão, em minha opinião, está pautada de incoerência e irrazoabilidade. Uma vez adotado um critério, este deverá ser sempre usado, sob pena injustiça. Então pergunto: será que apenas ela usava vestidos deste tipo? atitude igual será tomada em relação as outras alunas?

Além da desproporcionalidade da punição, deve-se lembrar que a supressão de uma pessoa do seio do ensino é medida excepcional e deve ser adotada em casos extremos.

Diante das circunstâncias, acredito que seria oportuna a ingerência do Judiciário no caso, garantindo o retorno da aluna à faculdade. A Uniban, nesta decisão, atesta não cumpre com os primórdios básicos da educação e mostra sua péssima qualificação como universidade.

Ao expulsar a aluna, o corpo diretor somente ratificou a manifestação selvagem dos alunos. Diante de condutas como esta, que tipo de profissionais poderão sair desta instituição?


O Solista

Sexta-Feira, 06/11/2009

Estreia hoje nos cinemas o filme O Solista, dirigido por Joe Wright.

O longa conta a história de um músico, Nathaniel Ayers (Jamie Foxx), no qual sofre de esquizofrenia, que é encontrado nas ruas por um jornalista, Steve Lopez (Robert Downey Jr.), tocando um violino de duas cordas.

O Jornalista então começa a escrever colunas a respeito do músico, gerando, assim, várias situações.

O filme é baseado em história real.

Por ter passado por situações difíceis quando tinha 18 anos, o ator Jamie Foxx teve dificuldades para interpretar o personagem, dizendo que quase ficou realmente louco…


Meu Deus!

Sexta-Feira, 06/11/2009

Acho que precisa um pouco de treino para se fazer isto né!?


Blues

Sexta-Feira, 06/11/2009

E para quem gosta de Blues (sexta à noite chama Blues heim…), vai aí uma performance de Keb’ Mo’, interpretando Dangerous Mood, no Piazza Blues Festival, em junho de 2001.


Diego Figueiredo

Sexta-Feira, 06/11/2009

Nova sensação do violão, Diego Figueiredo interpreta maravilhosamente a obra de arte de Pixinguinha e João de Barro: Carinhoso.


Cidade Maravilhosa

Quinta-feira, 05/11/2009

Às vésperas (bem, nem tão véspera assim…) de ser palco da final da Copa do Mundo e sede das Olimpíadas, o Rio de Janeiro vira palco digno de gerra civil.

Não bastasse a violência, tivemos que nos deparar com a seguinte afirmação do secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame (há quem diga Beltrano): “O Rio de Janeiro não é violento. O Rio de Janeiro tem núcleos de violência”.

O Excelentíssimo Secretário que perdoe minha ignorância, mas qual a diferença entre os dois?

Outra afirmação do Secretário talvez esclareça mais as coisas: “Nós temos índices de criminalidade em determinadas áreas do Rio de Janeiro, que são índices europeus.”.

Será então que parcela da população merece segurança e a outra não!? Será que basta parte do Rio de Janeiro estar seguro!? Será que é indiferente que pontos da cidade estejam em pé-de guerra!?

O certo é que a população carente da Cidade Maravilhosa está vivendo em condições subumanas, abaixo da linha do mínimo à dignidade humana, e este quadro tem que mudar.

Em tempo: apesar das críticas tecidas sobre as declarações do Secretário, estou gostando do seu trabalho e ponho fé nele; mas ainda há muito o que se fazer…


Na contramão

Quinta-feira, 05/11/2009

E não é que uma Juíza na Paraíba deferiu liminar autorizando as rodas de brigas de galo!?

Segundo a Magistrada, “não há no ordenamento jurídico vigente norma que proíba a prática do esporte denominado popularmente de briga de galo”.

Sugestão aos ambientalistas: mande a ela de presente uma cópia da Lei 9.605/98, que prevê, em seu artigo 32, pena de prisão de três meses a um ano para quem “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. As Multas variam entre R$ 1.000 e R$ 1 milhão.

Em tempos de preservação ambiental e desenvolvimento sustentável, uma decisão desta vai na contramão de tudo.

Notícia na íntegra aqui


Sons de Carrilhões

Quarta-feira, 04/11/2009

Para descontrair um pouco neste fim de tarde vamos dar uma olhada nesta bela interpretação da música Sons de Carrilhões, obra de arte do magnífico João Pernambuco: